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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Fisio Bem Estar

A busca pelo bem-estar no ambiente de trabalho vai muito além da empresa oferecer bons líderes, promover ascensão de cargos e salário ou combater qualquer tipo de assédio. A empresa precisa estar atenta em promover ações que mirem a qualidade de vida dos colaboradores.

Segundo o consultor René Bueno da Aon Hewitt, especializada na administração de programas de benefícios de todos os tamanhos e dos mais diversos segmentos com o objetivo de reter talentos e proporcionar melhor qualidade de vida a seus colaboradores, “Ainda não se configura em tendência ou têm índices elevados, mas a preocupação com o bem estar físico e mental do colaborador está presente nas médias e grandes empresas, como um foco de atenção crescente por parte dos gestores e dos RHs”.

Uma pesquisa realizada pela Aon Hewitt com 140 empresas mostrou que 16% disponibilizam apoio psicológico, 12%, algum tipo de medicina alternativa (shiatsu, acupuntura e yoga) e 2% têm ou reembolsam o pagamento da academia de ginástica.

Como você já está acostumado a acompanhar o blog, já deve portanto estar imaginando onde a Fisioterapia pode se encaixar nesse cenário. E as opções são muitas.

Uma das possibilidades, que inclusive já foi citada, é a expansão da construção civil. Um fisioterapeuta instalado num local onde o desgaste mioarticular faz parte do trabalho diário evitaria que um grande número de funcionários se afastasse do serviço, afina obras tem prazo para serem entregues e cada afastamento tem um custo alto para a empresa, tanto em dinheiro quanto em material humano.

Só que cuidar para que um profissional esteja bem consigo mesmo, em alguns casos, extrapola a parte de saúde física e entra na seara da emocional, levando em consideração aspectos como autoestima e a percepção que o profissional tem de si mesmo. Uma pesquisa feita em 2010 pelo Catho Online junto a 16 mil pessoas dá uma idéia disso.

Segundo o levantamento, 69% dos profissionais têm alguma rejeição contra pessoas obesas. E quanto mais alto o cargo, menos obesa espera-se que seja a pessoa. Os dados do estudo mostram que 15,8% dos entrevistados têm muita rejeição para presidentes e diretores obesos e 10,4% para gerentes e supervisores.

E como todos nós profissionais de saúde sabemos, além de outros impactos negativos que o excesso de peso pode causar à saúde, como diabetes, por exemplo, uma outra doença de fundo corporativo também pode prejudicar, e muito, a vida profissional e emocional de alguém nessas condições: o preconceito.

Olha a porta de entrada para a Fisioterapia, aí gente! Aliás para vários outros profissionais de saúde!

Pessoas acima do peso, em 100% dos casos, apresentam algum distúrbio mioarticular além de pressão alta e diabetes e não podem realizar atividade física sem supervisão e na fase inicial ninguém acompanha melhor esse tipo de individuo do que nós, a medida que a condição cardiovascular do colaborador melhora,ele já pode ser encaminhado para o colega educador físico.Com a imagem pessoal abalada, entra aí a atuação do colega psicólogo na recuperação dessa auto estima. E como a resolução de problemas com sobrepeso passa invariavelmente pela Nutrição, olha a presença de outro colega sendo requisitada. E a cereja do bolo é a estética, não precisa nem dizer a importância do Fisio Dermatofuncional.

Resumindo: Tem muito trabalho pra muita gente!

E como as empresas estão se preocupando cada vez mais com a saúde de seus colaboradores isso exige a implantação de um setor ou a criação de empresas gestoras desse departamento cuja missão é realizar a gestão das questões de saúde, estimulando um estilo de vida e um ambiente de trabalho saudável. Porque que você acha que de uns tempos pra cá cresceu o número de cursos de pós na área de gestão de saúde?

Como eu moro na cidade que tem o verão mais animado do país e que proporciona o maior e melhor carnaval do mundo, a gente por aqui costuma dizer, que o novo ano só começa depois do carnaval, ou seja, ainda dá tempo de se matricular...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

13 de Outubro


E para comemorar que tal uma Revista feita pra você:
Revista Fisio S/A 2 edição
E participar de uma promoção legal!
Promoção Dia do Fisioterapeuta

domingo, 7 de agosto de 2011

Valor e Valorização

Nas minhas andanças pelo mundo real e virtual seu eu tivesse recebido R$ 2,00 toda vez que me chega a expressão - A Fisioterapia não é valorizada (dita pelos próprios fisioterapeutas) – eu já teria ganho, o maior prêmio em dinheiro concedido a um ser humano no planeta.

Mas agora pense comigo: Não lhe parece estranho que com tanto desenvolvimento na área da Fisioterapia, centenas de eventos científicos realizados e trabalhos publicados, milhares de novos profissionais formados a cada ano, milhões de pessoas reabilitadas, etc... essa tal valorização profissional parece estar cada vez mais distante?

E sabe onde o bicho tá pegando? No termo valor embutido na palavra valorização. Geralmente quando nos referimos a um produto ou serviço que adquirimos ou usamos temos a tendência de usar a designação valor para o avaliarmos. Se sentirmos satisfação pelo produto ou serviço nos referimos dizendo que valeu a pena a sua compra ou o uso, entende-se então que valor é a compensação que recebemos em troca de fazermos algo.

Porém se tão simples assim fosse, não poderíamos usar a designação valor nos produtos ou serviços que usufruímos gratuitamente. Valor é, portanto, mais que a compensação financeira dada em troca, valor é tudo aquilo que justifica a atenção, o tempo e o esforço que dedicamos a algo.

Valor, palavra de origem no latim, que faz parte do estudo da Axiología, um ramo da Filosofia, foi definido pelo antropólogo americano Clyde Kluckhohn, no livro Um Espelho para o Homem (Itatiaia Editora,2005), como “uma concepção do desejável que influencia a seleção dos modos, meios e fins da ação”.

Contudo no mundo profissional, infelizmente, para a maioria das pessoas, valorização profissional é sinônimo, apenas, de ganhar mais. Ter mais valor, significa, valer mais em dinheiro. E tem mais, esse valor, independente do significado que ele tenha, deve ser, simplesmente, dado por alguém.E como dizia um interessante comercial de televisão: tá na hora de rever os conceitos.

A Cadeia de Valor é para qualquer empresa, em qualquer negócio, um processo interligado de todas as atividades que criam valor, desde uma fonte básica de matérias primas, passando por fornecedores de componentes, até a entrega do produto final às mãos do consumidor. Esse conceito foi introduzido por Michael Porter em 1985, professor de administração de Harvard e consultor de estratégia de grandes empresas pelo mundo.

Aplicando esse principio em nossa vida profissional chegamos à simples, lógica e clara percepção que, valorização profissional, mesmo que ela signifique,para alguns, apenas melhorar a remuneração no final do mês, não pode ser mais vista como um presente, que nos será dado de mão beijada e sim como conseqüência de um processo. E que os elos, os agentes dessa Cadeia de Valor somos nós, fisioterapeutas, e que nessa condição, ninguém além de nós, pode desencadear esse processo.

Onde é que eu estou querendo chegar com tudo isso?
Está tramitando no Congresso o PL 05979/2009 que trata do piso salarial nacional de R$ 4.650,00, para os mais de 300.000 fisioterapeutas desse país. E está disponível também o abaixo assinado para pressionar nossos congressistas para a rápida aprovação desse piso, sabe com quantas assinaturas? 2.804, apenas.

Como eu disse antes: tá na hora de rever os conceitos... porque a única coisa que cai do céu é chuva.

Acesse o abaixo assinado, - http://www.euconcordo.com/pisofisioja - ele foi criado por Tânia Marchezin, Fisioterapeuta há 15 anos - coordenadora serviço de fisioterapia do Complexo do Hospitalar Santa Casa de Franca e administradora do site Concurso e Fisioterapia

E depois de ser parte, dessa parte do processo de valorização profissional venha participar da promoção Símbolo do fisioterapeuta Empreendedor

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A Imposição das Mãos

Identificar as origens da imposição de mãos é realizar uma longa viagem aos tempos mais remotos da civilização. A imposição de mãos nasceu nas civilizações antigas, como um ritual das crenças primitivas. A agilidade das mãos sugeria a existência de poderes misteriosos, praticamente comprovados pelas ações cotidianas da fricção que acalmava a dor.

No Egito, no templo da deusa Isis, as multidões ali acorriam, procurando o alívio dos sofrimentos junto aos sacerdotes, que lhes aplicavam a imposição das mãos. Hipócrates também falava de uma medicina que relacionava cura à imposição de mãos. O Reiki, era mencionada em sânscrito pelos antigos sutras da Índia, há mais de 2.500 anos. E a utilização das mãos, por Jesus Cristo, para promover a cura é relatado em várias passagens bíblicas.

Portanto, a partir desses breves registros,entendemos que a crença na cura pela imposição de mãos é algo normal desde tempos antigos

A você que utiliza as mãos como principal instrumento para promover a cura e a reabilitação todos os dias, Feliz Dia do Fisioterapeuta

terça-feira, 13 de outubro de 2009

As mãos podem muitas coisas


As mãos podem muitas coisas:

Oferecer apoio no momento certo. Estender-se para consolar,

Segurar firme para amparar.

As mãos saúdam, as mãos sinalizam.

As mãos envolvem, dão carinho.
As mãos estabelecem limites. Escrevem. Abençoam.

As mãos agasalham. Curam feridas.

Há mãos que agarram, perturbadas.

Há mãos que tocam suaves. Há mãos que ferem.

Há mãos que acariciam. Há mãos que amaldiçoam.

Há mãos que abençoam. Há mãos que destroem.

Há mãos que edificam.

Para o Fisioterapeuta

As mãos são abençoadas ferramentas de trabalho, instrumentos de cura e de reabilitação.

E mais que tudo isso, nobre companheiro de profissão

Está nas tuas mãos lançar a semente do teu futuro!

Feliz Dia do Fisioterapeuta!